
Além da excelente aproximação com o Presidente do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6), Desembargador Vallisney de Souza Oliveira, nesta quarta-feira, dia 01/07, os integrantes da comitiva da Associação Nacional de Desembargadores-ANDES, tiveram a companhia do Desembargador Derivaldo de Figueiredo Bezerra Filho, responsável pela gestão da memória do TRF6, o Centro de Memória Institucional Renato Martins Prates.
O TRF6 tem competência sobre todo o território do Estado de Minas Gerais. A Justiça Federal da 6ª Região abrange a 1ª e a 2ª Instâncias, representadas, respectivamente, pela Seção Judiciária de Minas Gerais e pelo Tribunal Regional Federal da 6ª Região. A sede de ambas as instâncias está localizada em Belo Horizonte.
Em 2022, um grande marco para a história do Judiciário do Brasil foi alcançado, a instalação do Tribunal Regional Federal da 6ª Região, ocorrida em 19 de agosto de 2022. A criação do TRF6 se deu por meio da Lei nº 14226 de 2021. Com jurisdição em Minas Gerais e sede em Belo Horizonte, o TRF6 iniciou as suas atividades com a missão de impulsionar os esforços do Poder Judiciário para vencer o principal desafio atual na tarefa de distribuir justiça rápida e eficiente para a sociedade: a elevada judicialização dos conflitos.
Compuseram a comitiva da ANDES os Desembargadores Fabio Dutra (Presidente), Fernando Fernandy (Conselho Deliberativo) e Maurício Drummond (Conselho Fiscal), e também a representante no Brasil da empresa Piql, Dra. Mônica Trindade.
Entre os assuntos abordados no encontro, os problemas da Justiça mineira e também da federal em Mina Gerais. A Diretoria da ANDES teve a oportunidade de aferir com maior acessibilidade os anseios e as necessidades da justiça federal, assim como aquelas que mais preocupam atualmente a Magistratura nacional, entre as quais a autonomia dos tribunais, inclusive a financeira. Esse é um dos focos da ANDES, que vem sendo amadurecido, bem como a questão da federalização nos estados, pois, diferentemente do que está sendo interpretado pelo STF, não está se pensando num estado unitário.
Outro ponto relevante foi sobre as razões da existência da ANDES e por ser a única que de fato representa os Magistrados de 2º grau de jurisdição.
Foram muito bem recebidos pelo presidente do Tribunal.